

O que não fazer na sua redação... Dicas valiosas!
A redação do Enem é um texto em prosa que deve seguir o padrão formal da linguagem, além de ser estruturado nos moldes da tipologia dissertativo-argumentativa. É cobrado ainda que o estudante se posicione diante da frase-tema sugerida, apontando uma proposta de intervenção concreta, exequível e garantidora dos direitos humanos. Assim, tome nota do que não fazer no dia do exame.
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Não escreva usando outra tipologia, como a narrativa, por exemplo, tentando mostrar algo inusitado. A banca exige o formato textual sugerido na proposta de redação e não abre mão disso.
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Não assine sua redação nem faça desenhos ou símbolos que possam identificá-lo.
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Não escreva com letra ilegível nem a lápis. Se possível, reserve um tempo extra para passar sua redação para a folha definitiva.
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Caso erre alguma palavra, não se desespere. Faça um traço sobre ela e continue a escrita de sua redação.
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Não fuja do tema nem o tangencie (falar do assunto sem fazer o recorte temático, por exemplo, falar de gravidez, em vez de gravidez na adolescência).
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Não ler os textos de apoio atentamente, sublinhando as informações mais importantes. Nem pense em copiá-las.
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Evite gírias, recados para os corretores e xingamentos. Isso demonstra falta de persuasão, um dos requisitos mais cobrados no exame. Além do mais, é exigido o padrão formal da linguagem.
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Evite generalizações, como ninguém toma uma atitude diante da situação, isso deve ser feito por todos, etc.
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Não use abreviações e esqueça a linguagem da internet. Afinal, você escreve para o leitor universal, um desconhecedor de tudo e de todos.
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A proposta de redação exige o respeito aos direitos humanos, certo?! Logo, não faça piadas ou deboches nem produza críticas levianas.
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Não escreva menos de sete linhas, pois precisa dizer o que pensa (tese) e por que pensa (argumentação) dessa forma sobre a frase-tema sugerida, além de propor uma solução para o problema. Então, fica evidente que esse número de linhas é insuficiente.
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O texto cobrado possui estrutura fixa. Logo, nem pense em pular a introdução, o desenvolvimento ou a conclusão, nem produza partes embrionárias, pois o parágrafo também precisa ter começo, meio e fim.
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A banca espera que você reafirme a frase-tema com dados e fatos concretos e coerentes, mas sem expressar explicitamente a sua opinião (evite eu acho, na minha opinião, etc.). Dessa forma, evite verbos e pronomes na primeira pessoa do singular. Prefira a impessoalidade e a objetividade da terceira pessoa, ou use a primeira pessoa do plural.