A redação do Enem cobra do candidato a demonstração de sua capacidade de expor o que pensa (tese) e por que pensa de tal maneira (argumentação) ao exigir que elabore um texto dissertativo-argumentativo. Espera-se, portanto, que haja a exposição do pensamento crítico-reflexivo diante do problema abordado e a solução dele.

Para isso, o candidato precisa mostrar que possui criticidade na seleção e na colocação dos argumentos em prol do ponto de vista defendido e, como escreve para o chamado leitor universal (um desconhecedor de tudo), deve agir cuidadosamente durante a elaboração da redação para evitar estes desvios:

 

·       fuga total do tema proposto;

·       escrever menos de sete linhas manuscritas ou dez usando o sistema Braille.

·       não estruturar o texto dentro dos padrões da tipologia dissertativo-argumentativa;

·       escrever somente no rascunho e deixar a folha definitiva em branco;

·       apresentar alguma forma de identificação, como símbolos, nome ou assinatura;

·       escrever com letra ilegível;

·       usar língua estrangeira predominantemente;

·       usar de xingamentos para ferir a seriedade do exame ou dos corretores;

·       copiar trechos dos textos de apoio. Haverá desconsideração da parte copiada do total de linhas;

·       plagiar referências, como citações, alusões culturais, etc. Recorra, preferencialmente, a técnica da paráfrase e não deixe de citar a fonte;

·       Escrever trechos desconectados do tema, apresentando mensagens para os corretores ou reflexões críticas sobre o formato do exame.